A Energisa (ENGI3, ENGI4, ENGI11) divulgou em 19 de setembro de 2024 que o consumo total de energia elétrica em suas áreas de concessão cresceu 10,6% nos primeiros oito meses de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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De acordo com o boletim de relações com investidores da companhia, o consumo consolidado de energia elétrica atingiu 27.832,5 GWh no período de janeiro a agosto de 2024. Todas as principais classes de consumo apresentaram avanços, com destaque para o setor residencial, que cresceu 14,7%, e o industrial, com alta de 10,4%.

Em agosto de 2024, o consumo consolidado de energia elétrica nas áreas de concessão do Grupo Energisa foi de 3.430,7 GWh, representando um aumento de 4,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A classe industrial liderou o crescimento com 11,2%, impulsionada principalmente pelos setores de papel e alimentos, seguida pela classe residencial, com alta de 4,8%.

A empresa atribuiu o aumento do consumo a fatores como temperaturas elevadas na maioria das regiões e bom desempenho da atividade econômica. No entanto, a região Centro-Oeste enfrentou ondas de frio, com temperaturas abaixo de 20°C em Cuiabá e Campo Grande no período faturado entre julho e agosto.

Entre as distribuidoras do grupo, destacaram-se a Energisa Mato Grosso do Sul (EMS), com aumento de 14,4%, a Energisa Sul-Sudeste (ESS), com 10,1%, e a Energisa Paraíba (EPB), com 9,8% de crescimento no consumo acumulado dos primeiros oito meses do ano.

A Energisa informou que o setor industrial apresentou a maior taxa de crescimento em 22 anos, sendo responsável por 51% do resultado mensal. O aumento foi observado em todas as distribuidoras do Grupo, com destaque para EMS, ESE, ETO e EMT, principalmente nos setores de produção de papel, alimentos, minerais e óleo e gás.

Quanto às perdas totais de energia, a empresa reportou que, em agosto de 2024, o índice consolidado foi de 12,57%, ligeiramente acima do limite regulatório de 12,40%. A Energisa ressaltou que esses dados são preliminares e não foram auditados por auditores independentes.

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