Na quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a Light (LIGT3), em recuperação judicial, aprovou em reunião do Conselho de Administração aumento de capital social de R$ 8.730,66 em 2026, por meio da emissão de 873.066 novas ações ordinárias ao preço de R$ 0,01 por ação, decorrentes do exercício de bônus de subscrição entre 23 de julho e 14 de agosto de 2026.
Com o aumento, o capital social da Light passou de R$ 8.641.832.443,54, dividido em 1.609.809.601 ações ordinárias, para R$ 8.641.841.174,20, dividido em 1.610.682.667 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.
Segundo a companhia, o aumento de capital resulta do exercício dos bônus de subscrição emitidos como vantagem adicional no aumento de capital privado aprovado em 14 de maio de 2026. A administração informa que, além da diluição para os acionistas que não exerceram o direito de preferência naquele aumento privado, não são esperadas outras consequências jurídicas ou econômicas relevantes.
O objetivo do aumento de capital é cumprir obrigações previstas na Cláusula 5 do plano de recuperação judicial da Light, aprovado em Assembleia Geral de Credores em 29 de maio de 2024 e homologado pela 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro em 18 de junho de 2024.
As novas ações terão os mesmos direitos das atuais, incluindo dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), e estarão sujeitas a período de lock-up, com liberação gradual: 15% das ações em 20/02/2027, 30% em 20/08/2027, 45% em 20/02/2028, 60% em 20/08/2028 e 100% em 20/02/2029.







