O Grupo Energisa (ENGI3) informou que o consumo consolidado de energia elétrica nas suas áreas de concessão, somando os mercados cativo e livre, alcançou 3.599 GWh em julho de 2026, crescimento de 7,5% em relação ao mesmo mês de 2025. O desempenho foi puxado principalmente pelas classes residencial e comercial, influenciado pela expansão da base de consumidores, aumento da renda, mercado de trabalho aquecido e condições climáticas mais quentes e secas, que elevaram a necessidade de refrigeração.
No acumulado de 2026, o consumo de energia elétrica nos mercados cativo e livre totalizou 25.616 GWh, alta de 4,4% frente ao mesmo período de 2025. O crescimento foi sustentado pelas classes residencial, comercial e industrial, refletindo a incorporação de novas cargas, o bom desempenho das cadeias de alimentos e minerais, condições climáticas favoráveis ao consumo e efeitos do calendário de leitura. Todas as nove distribuidoras do Grupo Energisa apresentaram expansão no consumo no período.
Regionalmente, em julho de 2026, o Centro-Oeste (EMT e EMS) somou 1.460 GWh, com avanço de 9,0%, o Nordeste (EPB e ESE) atingiu 818 GWh, alta de 7,7%, o Norte (ETO, EAC e ERO) registrou 751 GWh, crescimento de 7,4%, e o Sul/Sudeste (EMR e ESS) totalizou 570 GWh, aumento de 3,6% ante julho de 2025. No acumulado de 2026, os consumos foram de 10.504 GWh (+5,7%) no Centro-Oeste, 5.917 GWh (+4,4%) no Nordeste, 5.022 GWh (+3,9%) no Norte e 4.172 GWh (+2,1%) no Sul/Sudeste.
O boletim também apresentou dados preliminares de perdas totais de energia, considerando 12 meses até julho de 2026. No consolidado da Energisa, as perdas ficaram em 12,37% da energia injetada, ante 12,28% no 2T26, com percentuais individuais por distribuidora variando de 6,40% na ESS a 19,86% na ERO, valores comparados aos limites regulatórios definidos pela ANEEL.







