Na quinta-feira, 13 de agosto de 2026, a Dasa (DASA3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26). O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado somou R$ 446 milhões, crescimento de 52,6% em relação ao 2T25 considerando o escopo atual da operação, com margem de 20,1%. No mesmo período, o lucro líquido permaneceu negativo, com prejuízo de R$ 35 milhões, bem abaixo dos R$ 454 milhões de prejuízo registrados no 2T25 em escopo comparável.
A receita bruta consolidada alcançou R$ 2,414 bilhões no 2T26, alta de 8% frente ao 2T25 em escopo atual, puxada principalmente pela vertical de Diagnósticos Nacional, cuja receita bruta foi de R$ 2,207 bilhões, avanço de 9,2%. Já a divisão de Hospitais e Oncologia Nordeste registrou receita bruta de R$ 208 milhões, redução de 4% na mesma base de comparação. A margem bruta consolidada foi de 27,9% no trimestre e de 30,7% no acumulado de seis meses de 2026.
No semestre encerrado em junho de 2026 (6M26), o EBITDA consolidado atingiu R$ 1,019 bilhão, crescimento de 38,1% em relação ao 6M25 em escopo atual, com margem de 22,9%. Excluindo o efeito da equivalência patrimonial da Rede Américas, o EBITDA do 2T26 foi de R$ 465 milhões, alta de 29,5% sobre o 2T25 em escopo atual, e o EBITDA ex-equivalência no 6M26 também totalizou R$ 1,019 bilhão, crescimento de 26,5% ante o 6M25 em escopo atual.
A geração operacional de caixa no 2T26 foi de R$ 347 milhões, contra R$ 44 milhões no 2T25, enquanto o fluxo de caixa livre ficou em R$ 292 milhões, revertendo o resultado negativo de R$ 18 milhões do 2T25. No acumulado de 2026, a geração operacional de caixa somou R$ 368 milhões e o fluxo de caixa livre alcançou R$ 297 milhões, ante resultado negativo de R$ 114 milhões nos seis primeiros meses de 2025.
Em relação à estrutura de capital, a dívida financeira bruta encerrou o 2T26 em R$ 6,441 bilhões, queda de 21,2% frente ao 2T25. A dívida líquida financeira foi de R$ 5,483 bilhões, redução de 19% em 12 meses, e a dívida líquida financeira após aquisições a pagar e antecipação de recebíveis encerrou o trimestre em R$ 5,623 bilhões, recuo de 23,4% em relação aos R$ 7,342 bilhões do 2T25. O índice de alavancagem para fins de covenant ficou em 3,39x Dívida Líquida/EBITDA ao final do 2T26, abaixo do limite contratual de 4,0x, enquanto o indicador calculado conforme os covenants específicos mencionados no release foi de 3,4x no trimestre.







