O Banco BMG (BMGB4) registrou lucro líquido de R$ 157 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), com retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 15,5% e retorno sobre ativos (ROAA) de 1,3%. A margem financeira líquida somou R$ 1.512 milhões no período, com margem financeira de 19,1% ao ano sobre os ativos geradores de receita médios.
No 2T25, o lucro líquido havia sido de R$ 125 milhões e o ROAE de 14,3%. A margem financeira líquida naquele trimestre foi de R$ 1.443 milhões, com margem de 17,8% ao ano, segundo a apresentação da companhia.
A carteira de crédito total do Banco BMG alcançou R$ 24.054 milhões no 2T26, praticamente estável em relação aos R$ 24.680 milhões do 2T25. Houve mudança no mix: o crédito pessoal cresceu 30,6% em 12 meses, enquanto o empréstimo consignado recuou 8,9% e os cartões consignados caíram 2,2%. A inadimplência acima de 90 dias ficou em 4,2% da carteira total, ante 3,8% no 2T25.
No semestre de 2026, o Banco BMG somou lucro líquido de R$ 305 milhões, com ROAE de 15,2% e margem financeira líquida acumulada de R$ 2.983 milhões. Em igual período de 2025, o lucro foi de R$ 240 milhões, com ROAE de 12,7% e margem financeira de R$ 2.892 milhões.
O índice de Basileia do Banco BMG atingiu 13,3% no 2T26, ante 12,7% no 2T25, já considerando o aumento de capital de R$ 214 milhões homologado pelo Banco Central em abril de 2026. A captação total somou R$ 34.406 milhões ao fim do trimestre, e os ativos totais chegaram a R$ 50.046 milhões.







