O Grupo SBF (SBFG3) reportou lucro líquido ajustado (ex-IFRS) de R$ 141,9 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 62,7% em relação ao 2T25, com margem líquida ajustada de 6,4%, expansão de 1,6 ponto percentual. No período, a receita líquida consolidada alcançou R$ 2,2 bilhões, crescimento de 22,1% frente ao 2T25, impulsionada principalmente pelas vendas relacionadas à Copa do Mundo de 2026.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ex-IFRS somou R$ 248,9 milhões no 2T26, avanço de 48,7% na comparação anual, com margem EBITDA ajustada ex-IFRS de 11,2%, 2,0 pontos percentuais acima do 2T25. O lucro bruto atingiu R$ 1,1 bilhão, crescimento de 24,3% ano a ano, com margem bruta de 50,0%, aumento de 0,9 ponto percentual.
Na Centauro, a receita líquida foi de R$ 1,1 bilhão no trimestre, alta de 19,2% versus 2T25, com crescimento de 18,3% nas lojas físicas e de 22,0% no canal digital, que registrou GMV (1P+3P) de 34,4% e avanço de 23,6% em vendas em mesmas lojas. A Fisia, representante exclusiva da Nike no Brasil, alcançou receita líquida trimestral recorde de R$ 1,3 bilhão, aumento de 27,5% em relação ao 2T25, com crescimento de 36,1% no atacado, 29,7% no digital e 13,1% nas lojas físicas.
A estrutura de capital do Grupo SBF encerrou junho de 2026 com dívida líquida de R$ 1,2 bilhão, equivalente a 1,5 vez o EBITDA ajustado ex-IFRS dos últimos 12 meses, ante 0,68 vez em junho de 2025. O capital de giro líquido somou R$ 2,0 bilhões, aumento de 83,7% em 12 meses, influenciado pela concentração das vendas da Copa do Mundo em maio e junho, com prazo médio de recebimento de cerca de 60 dias.
No trimestre, o CAPEX totalizou R$ 103,4 milhões, crescimento de 104,3% sobre o 2T25, direcionado principalmente à revitalização de lojas da Centauro, com 11 reformas concluídas e início de outros 10 projetos, e a investimentos em tecnologia e logística, incluindo o projeto de Centros de Distribuição Secundários.








