Na segunda-feira, 6 de julho de 2026, a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou prévia operacional do segundo trimestre de 2026, informando lançamentos que somaram R$ 1,039 bi em VGV bruto e R$ 1,012 bi em VGV líquido, além de vendas e adesões líquidas de R$ 1,015 bi no período. Os números são preliminares e ainda estão sujeitos à revisão de auditoria.
Em relação ao 2T25, o VGV líquido de lançamentos recuou 45,7%, enquanto as vendas e adesões líquidas caíram 14,9%; frente ao 1T26, as quedas foram de 22,6% e 1,8%, respectivamente. No acumulado do primeiro semestre de 2026, os lançamentos somaram R$ 2,489 bi em VGV bruto e R$ 2,321 bi em VGV líquido, com alta de 2,5% sobre o VGV líquido do mesmo período de 2025, e as vendas e adesões líquidas atingiram R$ 2,050 bi, crescimento de 17,5% na mesma comparação.
O índice de vendas sobre oferta (VSO) líquido dos últimos 12 meses ficou em 51,1% no 2T26, queda de 4,5 pontos percentuais ante o 2T25 e de 1,3 ponto percentual em relação ao 1T26, enquanto o VSO líquido trimestral foi de 20,9%. Os distratos totalizaram R$ 72,4 mi no trimestre, equivalentes a 6,7% das vendas e adesões brutas, e representaram 5,9% das vendas brutas nos últimos 12 meses.
A Moura Dubeux informou ainda que encerrou o 2T26 com 60 terrenos em seu landbank, com VGV bruto potencial de aproximadamente R$ 11,8 bi, sendo 63% em permuta física, 14% em permuta financeira e 23% em aquisições à vista. No trimestre, foram entregues dois projetos, um em regime de incorporação e outro em condomínio, totalizando R$ 203 mi em VGV bruto e R$ 197 mi em VGV líquido.
No 2T26, a companhia registrou geração de caixa de R$ 28,2 mi, enquanto, nos últimos 12 meses, o consumo de caixa ex-dividendos e follow-on somou R$ 186 mi. Como evento subsequente, a empresa destacou que pagará em 14 de julho de 2026 a 3ª e 4ª parcelas dos dividendos anunciados em dezembro de 2025, no montante de R$ 100 mi, equivalentes a cerca de R$ 1,18 por ação.







