Na quinta-feira, 6 de agosto de 2026, o Grupo Fleury (FLRY3) divulgou que registrou lucro líquido de R$ 221,9 mi no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 45,7% em relação ao 2T25, com margem líquida de 9,6%. No período, a receita bruta atingiu R$ 2,5146 bi, alta de 14,4%, enquanto a receita líquida somou R$ 2,3167 bi, também 14,4% acima do ano anterior.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 612,9 mi no 2T26, aumento de 15,2% na comparação anual, com margem de 26,5%. O lucro bruto chegou a R$ 644,1 mi, avanço de 22%, e a margem bruta subiu para 27,8%. A companhia informou ainda que o retorno sobre o capital investido (ROIC) alcançou 17,8% nos últimos 12 meses.
Por segmento, a receita bruta da medicina diagnóstica B2C cresceu 15,0% no trimestre, para R$ 1,7677 bi, com destaque para a marca Fleury, que avançou 12,0%, e para as demais marcas de São Paulo, com alta de 27,7% (12,9% orgânico). A operação em Minas Gerais aumentou 19,2% (14,3% orgânico), o Rio de Janeiro cresceu 8,9% e as marcas regionais, 10,2%. O negócio B2B, que inclui Lab-to-Lab e hospitais, registrou receita bruta de R$ 545,1 mi, alta de 12,2%, enquanto os Novos Elos somaram R$ 201,8 mi, avanço de 15,9% e participação de 8,0% na receita.
No 2T26, o resultado financeiro foi despesa de R$ 111,3 mi, redução de 5,7% frente ao 2T25 em termos nominais e queda de 102 pontos-base em relação à receita líquida. A alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social foi de 21,8%, inferior aos 23,5% do ano anterior, o que contribuiu para o aumento do lucro líquido.
Em relação à estrutura de capital, a dívida líquida encerrou junho de 2026 em R$ 2,4225 bi, com relação dívida líquida/EBITDA dos últimos 12 meses em 1,1 vez, nível igual ao de um ano antes. O capex totalizou R$ 75,7 mi no trimestre, queda de 46,5% ante o 2T25, com menor volume de investimentos em TI e digital e maior foco na expansão da oferta e capacidade de áreas técnicas.








