Na divulgação de resultados do ano de 2025, apresentada nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, a CVC (CVCB3) informou que o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado alcançou R$ 458,6 mi, crescimento de 17,8% em relação a 2024, com margem de 31,8%. As reservas confirmadas totalizaram R$ 16,756 bi, alta de 16,1% na comparação anual, enquanto a receita líquida somou R$ 1,442 bi, avanço de 7,6%.

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No período, o lucro líquido ajustado foi de R$ 67 mi, mais que o dobro dos R$ 32,6 mi de 2024. O resultado contábil ainda foi um prejuízo de R$ 40,9 mi, redução de 60,4% frente ao ano anterior; segundo a companhia, houve baixa de R$ 40 mi em impostos diferidos, e sem esse efeito o resultado estaria em equilíbrio.

Por segmento e região, o Brasil registrou reservas confirmadas de R$ 12,993 bi em 2025, alta de 12,9% sobre 2024, com destaque para o B2B, que cresceu 23,3% e somou R$ 6,781 bi. Na Argentina, as reservas confirmadas atingiram R$ 3,763 bi, aumento de 28,7% na mesma base de comparação. As reservas consumidas chegaram a R$ 16,621 bi, alta de 15,4% ano contra ano.

A receita líquida do Brasil foi de R$ 1,198 bi em 2025, crescimento de 7%, com take rate de 9,3%. Na Argentina, a receita líquida ficou em R$ 245,2 mi, alta de 10,2%, com take rate de 6,5%. O EBITDA ajustado do Brasil atingiu R$ 394,3 mi, com margem de 32,9%, e o da Argentina R$ 64,3 mi, com margem de 26,2%.

A geração de caixa operacional, desconsiderando antecipação de recebíveis, foi de R$ 412,4 mi em 2025, R$ 175,3 mi acima de 2024. A dívida líquida encerrava 31 de dezembro de 2025 em R$ 101,8 mi, queda de 48,8% em relação ao terceiro trimestre de 2025, o que levou a alavancagem financeira para 0,2 vez o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses.

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