A Moura Dubeux (MDNE3) divulgou em quinta-feira, 5 de março de 2026, que tomou conhecimento, por contato do jornal O Globo, de processo administrativo que teria sido instaurado pela CVM para apurar negociações realizadas em período de vedação pelo diretor-presidente da companhia. Segundo o comunicado, até essa data nem a empresa nem o executivo haviam sido formalmente notificados pela CVM sobre a abertura do processo.
Com base em informações públicas disponíveis no site da CVM, a Moura Dubeux informou acreditar que o caso se refere à venda de 15.000 ações recebidas pelo diretor-presidente no âmbito do plano de incentivos de longo prazo (ILP) da companhia, alegadamente realizada durante o período de vedação à negociação aplicável aos administradores, como o intervalo de 15 dias antes da divulgação de informações trimestrais.
A empresa declarou que a negociação não ocorreu por erro do diretor-presidente, mas por informação equivocada transmitida pela própria companhia ao executivo quanto à contagem do prazo do período de vedação. Moura Dubeux e o diretor-presidente já prestaram esclarecimentos iniciais à CVM e aguardam comunicação formal sobre a instauração do processo para adotar as medidas cabíveis.
A companhia informou ainda que manterá acionistas e o mercado atualizados sobre novos desdobramentos por meio de seus canais habituais de divulgação e pelos sites da CVM, da B3 e da própria Moura Dubeux.







