O Grupo Energisa (ENGI3, ENGI4, ENGI11) registrou em janeiro de 2026 consumo consolidado de energia elétrica, somando mercado cativo e livre, de 3.680,9 GWh nas suas áreas de concessão, alta de 4,4% em relação a janeiro de 2025. Segundo a companhia, o avanço foi influenciado por temperaturas mais elevadas, menor volume de chuvas em estados como Mato Grosso, Tocantins e Nordeste, e aumento de demanda de grandes clientes.
No mês, todas as distribuidoras do grupo apresentaram crescimento do consumo em suas áreas de concessão, com maior variação na Energisa Mato Grosso (EMT), de 8,2%, na Energisa Paraíba (EPB), de 4,7%, e na Energisa Sergipe (ESE), de 6,4%. No resultado agregado, a classe residencial respondeu por 65% da expansão de mercado, com alta de 6,8%, enquanto a classe rural avançou 8,5%, apoiada por clientes irrigantes e da agropecuária, especialmente na EMT e ESE.
A classe comercial cresceu 3,0%, com maior impacto das concessões EMT, EPB e ESE, ligadas à cadeia de alimentos, rede hoteleira e hospitalar. O segmento industrial registrou aumento de 1,2% no consumo, impulsionado por EMT, ESE e Energisa Rondônia (ERO), com destaque para setores de óleo e gás, alimentos e minerais. As vendas de energia no mercado cativo somaram 2.634,2 GWh, alta de 1,8%, enquanto a energia associada a consumidores livres (TUSD) atingiu 1.046,7 GWh, crescimento de 11,5%.
Considerando mercado cativo mais TUSD, o total foi de 3.680,9 GWh, avanço de 4,4% sobre janeiro de 2025, e, incluindo fornecimento não faturado, o volume chegou a 3.612,4 GWh, alta de 5,0%. Na divisão por regiões, o consumo cativo mais TUSD aumentou 2,7% no Norte, 5,3% no Nordeste, 5,9% no Centro-Oeste e 1,7% no Sul/Sudeste.
No indicador de perdas totais como percentual da energia injetada nos 12 meses encerrados em janeiro de 2026, o Grupo Energisa consolidado apresentou taxa de 12,22%, ante 12,25% no quarto trimestre de 2025. As informações divulgadas são preliminares e podem ser detalhadas nos resultados trimestrais, segundo a companhia.







