A Axia Energia (AXIA3) registrou lucro líquido IFRS ajustado de R$ 1,251 bi no quarto trimestre de 2025, resultado influenciado por queda em PMSO, menor volume de provisões e menor despesa com imposto de renda e contribuição social, fatores que compensaram a menor contribuição da geração após a venda de térmicas.
No 4T25, a receita operacional líquida regulatória ajustada atingiu R$ 9,915 bi, recuo de 5,5% frente ao 4T24, refletindo menor receita de geração com a alienação das usinas térmicas e impacto negativo de R$ 250 mi com ressarcimento de eólicas, parcialmente compensados pelo aumento da receita de transmissão.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) regulatório ajustado somou R$ 5,745 bi no 4T25, alta de 12,9% em relação ao 4T24, apoiado em aumento de 5,8% na receita de transmissão, redução de 15,9% em PMSO regulatório e crescimento de 28,9% no resultado de participações societárias, mesmo sem Eletronuclear e EMAE.
A dívida líquida ajustada da Axia Energia foi de R$ 46,484 bi no 4T25, aumento de R$ 8,814 bi em 12 meses, influenciado por maior dívida bruta e redução de caixa após pagamento de R$ 4,3 bi em dividendos em dezembro de 2025; o indicador dívida líquida ajustada sobre EBITDA ajustado dos últimos 12 meses ficou em 2,4 vezes.
Os investimentos totalizaram R$ 3,869 bi no 4T25, alta de 27,9% sobre o 4T24, com destaque para R$ 2,441 bi em transmissão, dos quais R$ 1,992 bi em reforços e melhorias, além de R$ 195 mi na obrigação especial do projeto HVDC de Itaipu e R$ 83 mi em aportes na Transnorte Energia.







