A WEG (WEGE3) registrou lucro líquido de R$ 1,587,8 bi no quarto trimestre de 2025, queda de 6,3% em relação ao 4T24 e de 3,8% frente ao 3T25. No período, a receita operacional líquida somou R$ 10,246,8 bi, recuo de 5,3% na comparação anual e de 0,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior, impactada principalmente pela menor demanda por projetos de geração solar e pela valorização do real sobre as receitas no mercado externo.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 2,292,0 bi no 4T25, baixa de 4,0% ante o 4T24 e alta de 0,7% em relação ao 3T25, com margem EBITDA de 22,4%, 0,3 ponto percentual acima do mesmo trimestre de 2024. A margem bruta foi de 34,0%, apoiada em mix de produtos mais favorável e ganhos de eficiência operacional, mesmo com aumento nos custos de matérias-primas, como o cobre.
No acumulado de 2025, a receita operacional líquida da WEG totalizou R$ 40,804,1 bi, crescimento de 7,4% sobre 2024, enquanto o lucro líquido somou R$ 6,376,2 bi, avanço de 5,5% na mesma base de comparação. O EBITDA anual foi de R$ 9,0 bi, alta de 5,8%, com margem de 22,1%, e o lucro por ação atingiu R$ 1,51971, frente a R$ 1,44026 em 2024.
O Retorno Sobre o Capital Investido (ROIC, retorno sobre o capital investido) fechou os últimos 12 meses em 32,5%, queda de 1,7 ponto percentual em relação ao 4T24 e leve alta de 0,1 ponto percentual frente ao 3T25, movimento associado principalmente ao aumento do capital empregado com investimentos em ativos fixos e intangíveis. No ano, as atividades operacionais geraram R$ 6,451,0 bi em caixa, enquanto os investimentos consumiram R$ 2,910,8 bi, e as atividades de financiamento resultaram em saída líquida de R$ 4,362,9 bi.
Para remuneração aos acionistas relativos a 2025, a administração propôs destinar R$ 3,815,7 bi em dividendos e juros sobre capital próprio (Juros sobre Capital Próprio), equivalente a 59,8% do lucro líquido, dos quais R$ 1,452,6 bi foram pagos em agosto e R$ 2,363,1 bi em dezembro de 2025. Adicionalmente, foi aprovada a distribuição de R$ 5,196,3 bi em dividendos calculados sobre reservas de lucros, a serem pagos em três parcelas anuais entre 2026 e 2028.







