A Telefônica Brasil (VIVT3) registrou receita total de R$ 15,6 bi no 4T25, alta de 7,1% ante o 4T24. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 8,1% no trimestre; desconsiderando efeitos da migração de concessão, o crescimento foi de 17,7%.
No 4T25, a receita de serviço móvel aumentou 7,0% e a receita fixa 5,4%. Novos Negócios representaram 12,1% da receita nos últimos 12 meses. Em 2025, as receitas totais de B2B cresceram 13,7%, com B2B Digital em alta de 29,5% e conectividade B2B de 5,4%, levando B2B a 22,6% da receita total; B2B Digital respondeu por 8,8%.
A base móvel total alcançou 103,0 mi de acessos em 2025 (+0,7% a/a), com 70,8 mi no pós-pago. Na fibra (FTTH), a companhia somou 7,8 mi de acessos (+12,0% a/a) e 31,0 mi de casas passadas (+6,4% a/a); 62,7% dos clientes de FTTH são convergentes com pós-pago, e o Vivo Total representou 43,2% da base de FTTH.
Em 2025, o Fluxo de Caixa Operacional foi de R$ 15,6 bi, com margem de 26,1%; após arrendamentos, somou R$ 10,1 bi (margem de 17,0%). O Fluxo de Caixa Livre atingiu R$ 6,4 bi (15,4% da receita; rendimento de 8,6%). A dívida líquida, incluindo IFRS-16, encerrou 2025 em R$ 13,1 bi, equivalente a 0,5x o EBITDA. O lucro líquido de 2025 cresceu 18,1% na comparação anual.
A Vivo distribuiu R$ 6,2 bi aos acionistas em 2025, com payout de 103,4%. Em 20 de fevereiro de 2026, o conselho aprovou um novo programa de recompra de ações de até R$ 1,0 bi, válido até fevereiro de 2027. A empresa reafirmou a meta de remunerar ao menos 100% do lucro líquido de 2026, com R$ 7 bi já declarados até o momento.







