Na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, a Even (EVEN3) divulgou que em 2025 registrou receita líquida de R$ 2,0 bi, alta de 46% frente a 2024 (R$ 1,4 bi). No 9M25, o lucro líquido abrangente somou R$ 220 mi, avanço de 34% em relação aos R$ 164 mi do 9M24. O ROE anualizado no 9M25 ficou em 14,8%.

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No 9M25, o lucro bruto foi de R$ 363 mi, ante R$ 459 mi no 9M24 (-21%), com margem bruta ajustada de 30,0% (30,7% no 9M24). No 3T25, a margem bruta ajustada foi de 37,0%, com margem REF de 34,9% e margem de estoque de 34,6%. As comparações de 2024 consideram a Even ex-Melnick.

A companhia reportou geração de caixa de R$ 114,0 mi em 2025 até o 3T25 e geração de caixa operacional de R$ 140,1 mi no mesmo período, desconsiderando recompra de ações de R$ 26,0 mi. No 3T25, houve consumo de caixa de R$ 95,7 mi. Ao fim do 3T25, a dívida bruta era de R$ 1,111 bi, o caixa somava R$ 813 mi e a dívida líquida, R$ 298 mi, equivalente a 13,1% do patrimônio líquido de R$ 2,273 bi.

No 4T25, a Even lançou o Plenitude Melo Alves 555, com VGV total de R$ 787 mi (R$ 260 mi na parcela Even). Também no 4T25, foi entregue um empreendimento em São Paulo com VGV de R$ 85 mi, totalizando 161 unidades entregues. O banco de terrenos no 3T25 somava R$ 4,0 bi em VGV (% Even), com 79% no segmento de luxo/alto padrão.

Para fevereiro de 2026, a companhia listou três lançamentos preliminares em São Paulo: Itaim Bibi (VGV total de R$ 563 mi; R$ 225 mi % Even), Jardins (R$ 150 mi; R$ 49 mi % Even) e Itaim Bibi (R$ 314 mi; R$ 135 mi % Even). As aquisições recentes mapeadas no documento totalizam R$ 2,4 bi em VGV potencial (% Even) na capital paulista.

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