A Romi (ROMI3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 40,4 mi no 4T25. A receita operacional líquida somou R$ 388,2 mi no período, e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 66,2 mi, com margem de 17,0%. A margem bruta atingiu 32,1%.
Na comparação com o 4T24, a receita recuou 15,3%. A carteira de pedidos consolidada chegou a R$ 750,4 mi, alta de 15,1% na mesma base. A subsidiária B+W teve receita de R$ 113,7 mi no 4T25 (−25,6% vs 4T24) e encerrou o trimestre com carteira de R$ 494,6 mi (+39,0% vs 4T24).
Em 31/12/2025, a posição consolidada líquida de caixa era negativa em R$ 135,2 mi. Os financiamentos totalizavam R$ 611,3 mi (R$ 377,9 mi em moeda nacional e R$ 233,4 mi em moeda estrangeira), enquanto caixa e aplicações somavam R$ 476,1 mi.
Em 23 de dezembro de 2025, o conselho aprovou JCP (Juros sobre Capital Próprio) de R$ 0,18 por ação, total de R$ 16,8 mi, a serem pagos até 31 de dezembro de 2026.
A Romi realizará teleconferência de resultados em 4 de fevereiro de 2026, às 11h (São Paulo), com tradução simultânea.







