A Neoenergia (NEOE3) divulgou, nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, informações prévias e não auditadas do 4T25: a energia distribuída aumentou 2,5% em relação ao 4T24 e, no ano de 2025, avançou 1,9% ante 2024. A energia injetada cresceu 2,2% no 4T25 e 2,6% em 2025 versus 2024. As informações integram o relatório “IBE-Watch Fact Sheet” da controladora Iberdrola S.A.
A companhia destacou que Neoenergia Coelba, Neoenergia Cosern e Neoenergia Elektro tiveram mercados ajustados recompensando migrações de GD nas RTP de 2023, e a Neoenergia Pernambuco na RTP de 2025. Por distribuidora (4T25 vs. 4T24): Neoenergia Coelba: residencial (+2,4%), industrial (+1,2%), comercial (+8,0%), rural (+20,2%) e Outros Poder Público (+2,1%); Neoenergia Elektro: residencial (-1,1%), industrial (-1,0%), comercial (-1,7%), rural (+8,2%) e Outros Poder Público (-2,3%); Neoenergia Pernambuco: residencial (+2,9%), industrial (+1,3%), comercial (+0,7%), rural (-2,0%) e Outros Poder Público (-2,4%); Neoenergia Cosern: residencial (+4,7%), industrial (+6,9%), comercial (+7,2%), rural (+0,3%) e Outros Poder Público (+0,8%); Neoenergia Brasília: residencial (+2,9%), industrial (+9,4%), comercial (+8,9%), rural (+17,5%) e Outros Poder Público (-12,0%).
Na geração, a companhia registrou 1.726 GWh no 4T25, queda de 23,3% ante o 4T24; em 2025, foram 10.936 GWh, redução de 2,6% em relação a 2024. Por fonte no 4T25: hidráulicas 491 GWh (-39,6%), eólicas 1.164 GWh (-14,4%), solar 62 GWh (-6,1%) e Termopernambuco 8 GWh (-11,1%). A capacidade instalada considerada foi de 4.167 MW.
Segundo o documento, a menor geração hídrica decorreu da venda de Baixo Iguaçu; na eólica, houve menor disponibilidade; e, na solar, menor recurso solar. No 4T25, o despacho de Termopernambuco foi de 1%, com geração de 8 GWh. Em 2025, a planta gerou 23 GWh sob o novo Contrato de Capacidade, e até 14/05/2024 vigoraram contratos bilaterais de venda de energia.







