Ao nomear Leandro Mota Marchesi para acumular as funções de CFO e DRI, mantendo Tiê Lima como CEO e realocando Angela Ferrante para a Controladoria, a Enjoei sinaliza um reforço de governança e de execução financeira para 2026. O perfil do executivo — com passagem por tecnologia, educação e liderança de tesouraria, FP&A e CSC — indica foco em eficiência operacional, integração de aquisições e qualidade de disclosure ao mercado.

Continua após o anúncio

Este movimento consolida a virada de eficiência e monetização evidenciada no EBITDA recorde e playbook de eficiência do 3T25, quando a companhia mostrou geração de caixa, ganho de take rate e avanços no stack de pagamentos (Enjupay), além de automação de atendimento. Naquele momento, a administração frisou a necessidade de construir um caminho orgânico de percepção de risco e preço em resposta ao ofício da B3 sobre a cotação mínima, reforçando disciplina operacional e de capital.

A chegada de um CFO/DRI com experiência em IPO, follow-on e ciclos robustos de prestação de contas amplia a capacidade de comunicação com o mercado e a coordenação entre finanças, RI e controladoria. Essa combinação é particularmente relevante após a simplificação do portfólio (incluindo a venda parcial da Cresci e Perdi), pois alinha alocação de capital, governança e execução comercial, elementos-chave para sustentar a estabilização de GMV, monetização e conversão no ecossistema do grupo.

Além disso, a nova configuração executiva dá tração ao calendário societário e à agenda de capital, conectando-se diretamente às propostas de redução de capital e restituição de R$ 40 milhões aprovadas em dezembro de 2025. Ao combinar a absorção de prejuízos com devolução de excedentes, a Enjoei calibra balanço e flexibilidade financeira para 2026; sob a liderança de Leandro no RI e nas finanças, a companhia tende a aprimorar guidance, governança e narrativa com investidores, reforçando coerência entre eficiência operacional e estrutura de capital.

Publicidade
Tags:
EnjoeiENJU3