Biomm (BIOM3) reportou receita líquida de R$ 35,8 mi no 3T25, alta de 11% ante 3T24 e de 32% frente ao 2T25, impulsionada pela entrega de insulina humana no contrato de PDP com a FUNED. O Ebitda foi negativo em R$ 9,4 mi, uma redução de 38% na comparação anual.

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Nos nove primeiros meses de 2025, a receita totalizou R$ 102,5 mi, queda de 0,4% em relação a 9M24 (R$ 102,9 mi).

O lucro bruto atingiu R$ 9,7 mi no 3T25, crescimento de 129% sobre 3T24 e de 11% ante 2T25. Segundo a companhia, a "renovação do melhor lucro bruto histórico da Companhia" reflete melhora na margem de contribuição do Glargilin, principal responsável pelas vendas no período. No acumulado de 2025, o lucro bruto somou R$ 25,7 mi (R$ 20,8 mi em 9M24).

As despesas operacionais foram de R$ 20,9 mi no 3T25, recuo de 9% na base anual, refletindo menores despesas de marketing e administrativas. O Ebitda consolidado negativo de R$ 9,4 mi ocorreu "refletindo a redução nas despesas de vendas e administrativas e melhora da margem".

No mercado de insulina glargina, a participação da Biomm ficou em 39% no 3T25 (27% no 3T24) e em 37% no UDM de set/25 (25% em set/24). O material indica "Mercado +9% / BIOMM +57%" no trimestre e "Mercado +5% / BIOMM +52%" no UDM, de acordo com a IQVIA. No mercado privado de enoxaparina, a companhia registrou 6% no 3T25 (5% no 3T24) e 4% no UDM de set/25 (3% em set/24), com variações sinalizadas como "Mercado +14% / BIOMM +39%" no trimestre e "Mercado -2% / BIOMM +32%" no UDM.

No perfil de dívida, o quadro apresentado mostra caixa e aplicações financeiras de R$ 77,8 mi e vencimentos de R$ 7,6 mi em 2025, R$ 46,1 mi em 2026 e R$ 63,4 mi a partir de 2027. A companhia afirma que segue na gestão contínua do fluxo de caixa e do endividamento.

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