São Paulo, quinta-feira, 30 de outubro de 2025 — A Gerdau (GGBR3, GGBR4) divulgou lucro líquido ajustado de R$ 1,09 bi no 3T25, receita líquida de R$ 18,0 bi e EBITDA ajustado de R$ 2,7 bi. O conselho aprovou R$ 555,2 mi em dividendos (R$ 0,28 por ação), com pagamento em 11 de dezembro de 2025. As vendas de aço somaram 3,1 mi t e o fluxo de caixa livre foi de R$ 1,0 bi.
Na comparação com o 2T25, o EBITDA ajustado subiu 6,9% e o lucro por ação avançou para R$ 0,54. Versus o 3T24, o EBITDA recuou 9,2% e o lucro líquido ajustado foi 23,9% menor. A receita líquida cresceu 2,6% ante o 2T25 e 3,5% na base anual.
Por segmento, a América do Norte teve EBITDA ajustado de R$ 1,82 bi e margem de 19,8%, representando 65% do consolidado; a administração destacou que o resultado atingiu "o maior patamar histórico" e foi sustentado por preços mais favoráveis e demanda resiliente. No Brasil, o EBITDA ajustado foi de R$ 763 mi (margem de 9,9%), com pressão de preços em aços longos e planos. Na América do Sul, o EBITDA ajustado somou R$ 234 mi (margem de 17,0%).
A alavancagem medida por Dívida líquida/EBITDA ajustado encerrou em 0,81x. A dívida bruta foi de R$ 18,6 bi e o caixa e equivalentes totalizaram R$ 9,9 bi. A companhia recomprou 56,8 mi de ações, cerca de 88% do Programa de Recompra 2025. Foi anunciado o resgate antecipado do Bond 2030, de US$ 500 mi, com liquidação prevista para 02/12/2025.
Os investimentos em CAPEX foram de R$ 1,7 bi no trimestre. A Gerdau informou revisão do CAPEX do projeto de mineração sustentável de Miguel Burnier para R$ 3,6 bi e do aumento de capacidade em Midlothian (Fase 1) para R$ 1,2 bi, com EBITDA potencial anual estimado em R$ 275 mi e start-up no 2º semestre de 2026.
Como próximos eventos, a companhia realizará videoconferência de resultados em 31 de outubro, às 12:00 BRT. O plano de CAPEX para 2026 foi projetado em R$ 4,7 bi, "22% inferior ao estimado para 2025 (R$ 6,0 bi)".







