Em 20 de agosto de 2025, a BB Seguridade comunicou as renúncias de Rosiane Barbosa Laviola (vice-presidente do Conselho de Administração) e de André Gustavo Borba Assumpção Haui (membro do Conselho). Em substituição a André, o Conselho nomeou Delano Valentim de Andrade para o mandato 2025–2027, com base na competência do inciso “i” do § 2º do Art. 19 do Estatuto Social, com designação válida até a próxima Assembleia Geral. Assinado por Rafael Sperendio (Diretor de Finanças e RI), o movimento dá forma institucional à transição de liderança: na mesma data, Delano passa a responder pela presidência executiva, em linha com a eleição de Delano Valentim a diretor‑presidente para o mandato 2025–2027, assegurando continuidade de agenda e alinhamento estratégico.

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A recomposição do board preserva o alinhamento com o controlador e reforça previsibilidade para o ciclo 2025–2027. O movimento também materializa a etapa iniciada com a indicação de Delano ao comando pela controladora em 18 de julho, sinal que antecipava mudanças na governança e preparação para execução sob nova liderança. Ao acomodar a saída de dois conselheiros e inserir o CEO no colegiado, a companhia conecta a tomada de decisão estratégica ao dia a dia operacional, reduzindo fricções e acelerando aprovações críticas em temas como risco, capital e distribuição.

Esse ajuste de governança ocorre em um ano de trade-offs e maior escrutínio regulatório. Em agosto, a companhia recalibrou premissas para 2025 ao publicar a guidance revisada em 4 de agosto, diante do impacto do IOF e da fraqueza nos produtos vinculados ao crédito. A presença do CEO no Conselho tende a encurtar o ciclo entre diagnóstico e execução, especialmente em frentes como pricing, mix comercial e alocação de capital, pontos sensíveis sob o novo cenário. Além disso, a base de resultados recente dá lastro para a continuidade da estratégia, como explicitado na apresentação do 1S25 que consolidou a aceleração da rentabilidade e detalhou disciplina de capital e dividendos, reforçando que a companhia combina eficiência técnica com resultado financeiro robusto — pilares que a nova composição do Conselho deve preservar.

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