Direcional Engenharia (DIRR3) entregou no 2T25 um novo patamar operacional e financeiro: lucro líquido de R$ 183,7 milhões (+11,7% t/t; +25,7% a/a), receita líquida recorde de R$ 1,1 bilhão (primeira vez acima de R$ 1 bi), margem bruta ajustada de 41,7% (+20 bps t/t; +390 bps a/a) e ROE anualizado de 34%. O trimestre também trouxe EBITDA ajustado de R$ 274,4 milhões (margem de 25,8%), VSO consolidada de 26% (+300 bps t/t), repasses recordes de R$ 1,129 bilhão, geração de caixa de R$ 395 milhões e posição de caixa líquido de R$ 138 milhões, com alavancagem negativa de 5,6% e REF de R$ 3,4 bilhões.
Este resultado consolida a aceleração comercial e de oferta vista no próprio trimestre, com lançamentos que atingiram R$ 1,9 bilhão e vendas líquidas de R$ 1,677 bilhão. Em outras palavras, a expansão da base de projetos e a alta da velocidade de vendas sustentaram a escala que viabilizou a quebra da barreira do bilhão em receita, além de sustentar margens em trajetória ascendente. Esse movimento dá continuidade ao maior trimestre de lançamentos da história no 2T25, que já indicava VSO mais forte e reforço do land bank como pilares da estratégia de crescimento com rentabilidade.
Do lado de capital e financiamento, a Direcional combinou distribuição de R$ 347 milhões em dividendos (R$ 2,00/ação) com alongamento do passivo via CRI de ~R$ 600 milhões, que levou o prazo médio da dívida para 71 meses. Essa agenda de retorno e liquidez ao acionista, agora reforçada pelo desdobramento de ações 3:1 aprovado como evento subsequente, dá sequência à distribuição intermediária e à proposta de desdobramento 3:1 submetida em junho, sinalizando disciplina de capital e foco em ampliar a base de investidores sem comprometer a capacidade de investimento em novos projetos.







