A Brava Energia (BRAV3) renovou seu recorde histórico de produção em julho de 2025, alcançando média diária de 90,9 mil barris de óleo equivalente (boe), um aumento expressivo de 6,0% em relação à média registrada no segundo trimestre. O resultado consolida a trajetória de crescimento acelerado iniciada no segundo trimestre, quando a empresa estabeleceu recorde histórico com 85,9 mil boe/d, demonstrando a consistência da estratégia operacional que saltou de 71 mil boe/dia no primeiro trimestre para os atuais 91 mil boe/dia.
O segmento offshore foi o principal responsável pelo desempenho robusto, com destaque para Papa-Terra, que registrou em julho o melhor resultado de produção desde agosto de 2021. A operação de Atlanta também apresentou forte evolução durante o primeiro semestre de 2025, contribuindo para o crescimento sustentado da companhia.
Em julho, a Brava concluiu um marco operacional importante: a conexão dos poços 2H e 3H em Atlanta, seguida pela liberação do PLSV (Pipe Laying Support Vessel). A saída da embarcação marcou oficialmente a conclusão da Fase 1 do desenvolvimento do campo, encerrando a etapa mais intensa de implementação do projeto, que incluiu a perfuração de dois novos poços (6H e 7H) e a adaptação do FPSO. Este marco cumpre exatamente o cronograma estabelecido quando a empresa anunciou em julho a conclusão da conexão destes poços durante a segunda semana do mês, validando a precisão do planejamento operacional da companhia.
A produção de óleo atingiu 73,5 mil barris por dia em julho, enquanto a produção de gás natural chegou a 17,4 mil boe/dia. O crescimento foi distribuído entre os principais ativos da companhia, com Atlanta contribuindo com 28,2 mil barris de óleo por dia e Papa-Terra com 11,8 mil barris diários.
O próximo catalisador de crescimento será a Fase 2 de desenvolvimento de Atlanta, cujo processo de contratação e mobilização já está em estágio avançado. Esta nova etapa contempla a perfuração de dois novos poços, com início de produção estimado para o primeiro trimestre de 2027, o que pode sustentar a trajetória de expansão da BRAV3 nos próximos anos.







