A Telefônica Brasil (VIVT3) registrou lucro líquido de R$ 2,4 bilhões no primeiro semestre de 2025, crescimento de 13,5% ante igual período do ano anterior. A operadora também reportou receita total de R$ 14,6 bilhões no segundo trimestre, alta de 7,1% na comparação anual, impulsionada pelo avanço de 12,6% nas receitas de fibra ótica e crescimento de 7,3% nos serviços móveis.

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O EBITDA atingiu margem de 40,5% no segundo trimestre, expansão de 0,6 ponto percentual ante o 2T24, refletindo a estratégia de migração para segmentos de maior valor agregado. A base de clientes 5G cresceu 79,4% em 12 meses, alcançando 19,8 milhões de usuários, enquanto a penetração do 5G subiu para 23,9% da base elegível.

A empresa acelera a remuneração aos acionistas, tendo distribuído R$ 5,2 bilhões até julho de 2025, incluindo R$ 2,25 bilhões em juros sobre capital próprio, R$ 2 bilhões em redução de capital e R$ 983 milhões em recompra de ações. O fluxo de caixa livre no primeiro semestre totalizou R$ 5,1 bilhões, equivalente a 17,6% da receita.

A Telefônica anunciou a aquisição da Fibrasil, que possui 4,6 milhões de casas passadas com fibra em 151 cidades fora de São Paulo. A operação, sujeita à aprovação do Cade e Anatel, fortalecerá a liderança da empresa no segmento de fibra ótica. O conselho aprovou ainda o cancelamento de 34,7 milhões de ações em tesouraria aprovado em julho, equivalente a 1,1% do capital social, consolidando a estratégia de retorno de valor aos acionistas que já havia distribuído mais de R$ 5 bilhões no período.

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