O Méliuz (CASH3) informou nesta segunda-feira (17) que o banco BV decidiu não exercer a opção de compra de ações da companhia, que havia sido outorgada em dezembro de 2022 com prazo final até março de 2025.

Como consequência, o Fundo de Investimento em Participações BV (FIP BV), veículo de investimento do banco, rescindiu o Acordo de Votos firmado em março de 2023. Com isso, o FIP BV perdeu o direito de indicar um membro para o Conselho de Administração do Méliuz.

A companhia também anunciou ajustes no acordo comercial para oferta de produtos e serviços financeiros com o banco BV, com novas diretrizes para 2025. Se aplicadas ao resultado do terceiro trimestre de 2024, as mudanças teriam gerado impacto negativo de aproximadamente R$ 7 milhões na receita líquida consolidada.

Apesar dos ajustes, a administração do Méliuz reafirmou seu compromisso em minimizar potenciais impactos e destacou as oportunidades de crescimento que a parceria de longo prazo com o banco BV pode gerar para a empresa.

Com a rescisão do Acordo de Votos, o conselheiro Júlio Cezar Tozzo Mendes Pereira, que havia sido indicado pelo FIP BV, apresentou sua carta de renúncia ao cargo.

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