A Brava Energia (BRAV3) esclareceu nesta terça-feira (19) que não há decisão sobre venda total de seus ativos de exploração em terra, em resposta a questionamentos da CVM e B3 sobre notícia veiculada pela imprensa.

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A companhia confirmou que seu Conselho de Administração recomendou a contratação de assessor financeiro para avaliar potenciais transações de parceria ou venda de ativos, visando otimizar seu portfólio após a recente incorporação da Enauta.

Em negociação específica, a empresa assinou contrato de exclusividade de 30 dias com Azevedo Travassos S.A. e Petro-Victory Energy Corp. para possível venda de 11 concessões na Bacia Potiguar, Rio Grande do Norte. Estes ativos representam produção média de apenas 250 barris de óleo equivalente por dia entre janeiro e novembro de 2024, menos de 2% da produção total da companhia.

A Brava destacou que dez de suas 51 concessões representam aproximadamente 90% do valor e das reservas estimadas. A estratégia da empresa é concentrar esforços nesses ativos principais, com foco em projetos mais rentáveis e de retorno mais rápido.

A administração esclareceu que optou por divulgar as informações via Comunicado ao Mercado, e não Fato Relevante, por considerar que as negociações ainda são preliminares e não vinculantes, evitando assim interpretações equivocadas pelo mercado sobre o estágio das transações.

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