A Oi (OIBR3, OIBR4) esclareceu, em comunicado divulgado na segunda-feira (25/03/2024), que não havia fatos ou atos relevantes que pudessem justificar as oscilações atípicas no número de negócios e na quantidade negociada de suas ações, além daqueles já amplamente divulgados ao mercado.
A companhia citou, em particular, a realização na segunda-feira (25/03/2024) da Assembleia Geral de Credores da Oi e de suas subsidiárias Portugal Telecom International Finance B.V. e Oi Brasil Holdings Coöperatief U.A., ambas em recuperação judicial. A assembleia havia sido instalada em 05 de março, suspensa até 25 de março e, posteriormente, até 26 de março.
A Oi também mencionou a divulgação, no mesmo dia, da versão atualizada do Plano de Recuperação Judicial das empresas em recuperação judicial, apresentado à Assembleia Geral de Credores e objeto de Fato Relevante prontamente divulgado, com a necessária suspensão da negociação para seu arquivamento.
A companhia reafirmou seu compromisso de manter seus acionistas e o mercado informados sobre os aspectos relevantes e significativos de seus negócios. Ela reiterou que os investidores e o mercado em geral devem pautar-se tão somente pelas divulgações oficiais realizadas pela empresa.







