A Armac (ARML3) registrou receita bruta de R$ 2,3 bi no segundo trimestre de 2026 (2T26), considerando o período anualizado, segundo apresentação institucional divulgada nesta segunda-feira, 26 de outubro de 2026. A companhia reportou geração de caixa operacional de R$ 0,7 bi no mesmo horizonte e margem EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de locação e serviços de 54,1%.

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No detalhamento por segmento de locação e serviços, os Serviços Recorrentes representaram 54% da receita, seguidos por Locação com 23%, Empilhadeiras com 14% e Terram com 8%. Quanto aos prazos dos contratos, 61% da receita veio de contratos superiores a três anos, 20% de contratos de até um ano, 13% de prazos entre dois e três anos e 6% entre um e dois anos; por modalidade, 92% da receita está atrelada a contratos fixos e 8% a contratos variáveis.

A margem EBITDA de locação e serviços de 54,1% no 2T26 representou aumento de 11,4 pontos percentuais na comparação anual. O ROIC consolidado ajustado da Armac atingiu 17,3% no período, crescimento de 2,1 pontos percentuais em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

As quatro unidades de negócio da companhia apresentaram, em base anualizada do 2T26, receita bruta de R$ 1,1 bi em Serviços Recorrentes, R$ 790 mi em Locação, R$ 255 mi em Empilhadeiras e R$ 146 mi em Terram. As respectivas margens EBITDA foram de 57% em Serviços Recorrentes, 56% em Locação, 66% em Empilhadeiras e 30% em Terram.

Na estrutura de capital, a Armac encerrou o 2T26 com dívida líquida de R$ 2,20 bi e custo financeiro médio equivalente a CDI + 1,3% ao ano, com prazo médio de 4,3 anos. A relação dívida líquida expandida sobre EBITDA ajustado dos últimos 12 meses estava em torno de 2,5 vezes, com meta da companhia de reduzir esse indicador para abaixo de 2,0 vezes a partir de 2028.

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