Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), a B3 (B3SA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,376,6 bilhão, alta de 8% em relação ao 2T25, com lucro recorrente por ação de R$ 0,28, crescimento de 12,3%. A receita total somou R$ 3.081,4 bilhões no período, avanço de 12,2% sobre o mesmo trimestre de 2025, enquanto a receita líquida foi de R$ 2.765,7 bilhões.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente alcançou R$ 1.938,6 bilhão no 2T26, aumento de 13% frente ao 2T25, com margem EBITDA recorrente de 70,2%. O resultado financeiro foi positivo em R$ 139,3 milhões, 2,6% acima do registrado um ano antes.
Entre as linhas de negócio, o segmento de Mercados respondeu por R$ 2.034,5 bilhões em receita, Soluções para Mercado de Capitais por R$ 201,0 milhões, Soluções Analíticas de Dados por R$ 315,2 milhões e Tecnologia e Plataformas por R$ 526,8 milhões. Em termos operacionais, o ADTV de ações à vista atingiu R$ 31.310 milhões, alta de 20,1% na comparação anual, enquanto o estoque de renda fixa chegou a R$ 9.687 bilhões, crescimento de 16,5%.
As despesas totais no trimestre somaram R$ 975,6 milhões, aumento de 15,5% em relação ao 2T25, pressionadas principalmente por pessoal e encargos, que atingiram R$ 459,8 milhões, e por despesas atreladas ao faturamento, de R$ 143,1 milhões. As despesas ajustadas, que excluem itens não recorrentes e variáveis específicos, ficaram em R$ 611,2 milhões, 6,2% acima do 2T25.
O retorno ao acionista no 2T26 totalizou R$ 1,3 bilhão, incluindo R$ 356 milhões em JCP (Juros sobre Capital Próprio) ordinário, R$ 750 milhões em JCP extraordinário e R$ 196,9 milhões em recompras de ações. Ao fim de junho de 2026, a dívida bruta era de R$ 14,9 bilhões, equivalente a 2,0 vezes o EBITDA recorrente dos últimos 12 meses.







