Na terça-feira, 11 de agosto de 2026, a Enjoei (ENJU3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), quando registrou prejuízo consolidado de R$ 47,6 milhões, ante prejuízo de R$ 8,1 milhões no 2T25. No período, a receita líquida consolidada somou R$ 60,8 milhões, alta de 24,0% em relação ao 2T25, enquanto o GMV (valor total de mercadorias transacionadas) da plataforma Enjoei atingiu R$ 409,3 milhões, crescimento de 25,4% na mesma base de comparação.
No 2T26, o lucro bruto consolidado foi de R$ 30,3 milhões, avanço de 20,4% frente ao 2T25, com margem bruta de 49,8%, redução de 1,5 ponto percentual. Excluindo efeito pontual de R$ 1,2 milhão ligado à descontinuidade do Elo7, o lucro bruto ajustado alcançou R$ 31,5 milhões, com margem bruta ajustada de 51,8%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) contábil foi negativo em R$ 26,0 milhões, mas o EBITDA ajustado ficou positivo em R$ 1,6 milhão, contra R$ 6,6 milhões no 2T25.
O resultado do período proveniente de operações descontinuadas, referente à plataforma Elo7, foi um prejuízo de R$ 19,5 milhões no 2T26, ante prejuízo de R$ 5,6 milhões no 2T25. Considerando apenas as operações continuadas, o prejuízo do período foi de R$ 28,1 milhões. No mesmo trimestre, o resultado financeiro líquido consolidado foi positivo em R$ 6,3 milhões, acima dos R$ 2,2 milhões do 2T25.
No acumulado dos seis primeiros meses de 2026 (6M26), a receita líquida consolidada totalizou R$ 110,4 milhões, alta de 22,5% em relação aos 6M25, e o lucro bruto atingiu R$ 55,6 milhões, crescimento de 19,1%, com margem bruta de 50,4%. No semestre, o prejuízo consolidado foi de R$ 55,1 milhões, ante prejuízo de R$ 14,8 milhões em igual período de 2025, e o EBITDA ajustado somou R$ 0,5 milhão negativo, contra R$ 9,7 milhões positivos em 6M25.
A companhia encerrou o 2T26 com posição de caixa e equivalentes de caixa de R$ 182,0 milhões, após consumo total de R$ 8,0 milhões no trimestre, dos quais R$ 6,9 milhões foram consumidos pelo Elo7. As atividades operacionais das operações continuadas geraram R$ 2,8 milhões em caixa no período, enquanto o fluxo de caixa de investimentos consumiu R$ 3,4 milhões e o fluxo de financiamento registrou saída de R$ 0,6 milhão, principalmente com obrigações de arrendamento.








