A Direcional Engenharia (DIRR3) registrou no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido operacional de R$ 201,6 milhões, virtualmente em linha com o 1T26 e 9,7% acima do 2T25, com margem líquida operacional de 15,8% e retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 35%. A receita líquida atingiu R$ 1,279 bilhão no trimestre, crescimento de 9,9% em relação ao 1T26 e de 20,1% frente ao mesmo período de 2025.
No acumulado do primeiro semestre de 2026 (1S26), a receita líquida somou R$ 2,444 bilhões, alta de 24,7% sobre o 1S25, enquanto o lucro líquido operacional alcançou R$ 401,8 milhões, avanço de 17,6% na mesma base de comparação. Considerando o lucro líquido contábil, o resultado foi de R$ 414,8 milhões no semestre, 19,1% superior ao de um ano antes, com margem líquida de 17,0%.
O lucro bruto ajustado, que desconsidera juros capitalizados no custo, totalizou R$ 547,6 milhões no 2T26, aumento de 23,4% frente o 2T25, com margem bruta ajustada de 42,8%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 311,5 milhões no trimestre, 27,3% acima do 2T25, e o EBITDA ajustado atingiu R$ 348 milhões, resultando em margem EBITDA ajustada de 27,2%. No 1S26, o EBITDA ajustado somou R$ 675 milhões, 33% maior que no 1S25, com margem de 27,6%.
O desempenho operacional foi apoiado por vendas brutas de R$ 1,985 bilhão e VGV líquido contratado de R$ 1,655 bilhão no 2T26 (R$ 1,372 bilhão % Companhia), além de lançamentos que somaram R$ 2,065 bilhões em VGV (R$ 1,566 bilhão % Companhia). A receita líquida total, que inclui SPEs não consolidadas, foi de R$ 1,597 bilhão no trimestre e atingiu R$ 6,0 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2026.
No balanço, a Direcional encerrou o 2T26 com caixa e aplicações financeiras de R$ 2,454 bilhões e dívida líquida de R$ 492,3 milhões, o que corresponde a 18,0% do patrimônio líquido de R$ 2,737 bilhões. A companhia apurou geração de caixa contábil de R$ 129,6 milhões no trimestre e geração de caixa operacional de R$ 80,2 milhões, após ajustes por operações de cessão de recebíveis, monetização de ativos, dividendos da Riva e mudança de regra da Caixa Econômica Federal.








