Na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, a Mills (MILS3) divulgou que registrou lucro líquido de R$ 106,3 mi no segundo trimestre de 2026 (2T26), aumento de 21,7% em relação ao 2T25, com margem líquida de 22,5%. A receita líquida alcançou R$ 472,2 mi no 2T26, crescimento de 4,9% na comparação anual.
O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, excluindo itens não recorrentes) somou R$ 268,9 mi no 2T26, alta de 18,3% frente ao mesmo período do ano anterior, com margem EBITDA ajustada de 56,9%. Nos primeiros seis meses de 2026, o EBITDA ajustado acumulado foi de R$ 504,0 mi, evolução de 16,2% sobre o mesmo intervalo de 2025.
A companhia informou que a receita de locação do 2T26 foi impulsionada pelas unidades de Pesados e de Formas e Escoramentos, compensando maior pressão competitiva em plataformas elevatórias. Os contratos de longo prazo responderam por 55% da receita de locação no trimestre, avanço de 5 pontos percentuais em relação ao 2T25. A frota em operação atingiu 16,4 mil equipamentos ao fim do período, alta de 7,7% em 12 meses.
O fluxo de caixa operacional ajustado foi de R$ 188,3 mi no 2T26, aumento de 23,2% em relação ao 2T25. Os investimentos somaram R$ 88,6 mi no trimestre, queda de 45,6% na comparação anual, sendo cerca de 91% destinados à aquisição de ativos para locação. A dívida bruta encerrou o 2T26 em R$ 1.757,2 mi, enquanto a alavancagem ficou em 1,16 vez a relação dívida líquida/EBITDA dos últimos 12 meses.
Entre os indicadores de rentabilidade, o retorno sobre o capital investido dos últimos 12 meses (ROIC) atingiu 21,7%, avanço de 1,6 ponto percentual em relação ao 2T25, e o retorno sobre o patrimônio líquido dos últimos 12 meses (ROE) foi de 26,5%, 6,1 pontos percentuais acima do verificado um ano antes.








