Na terça-feira, 4 de agosto de 2026, o GPA (PCAR3) divulgou que registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 252 mi no segundo trimestre de 2026, sendo R$ 204 mi referentes às operações continuadas e R$ 49 mi às operações descontinuadas. No mesmo período de 2025, o prejuízo consolidado havia sido de R$ 217 mi.
No 2T26, a receita líquida somou R$ 4,228 bi, queda de 9,6% em relação ao 2T25, enquanto a receita bruta foi de R$ 4,713 bi, recuo de 7,0%. O lucro bruto atingiu R$ 1,288 bi, praticamente estável, com margem bruta de 30,5%, 3,1 pontos percentuais acima do ano anterior.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado foi de R$ 450 mi no trimestre, alta de 7,3% frente aos R$ 419 mi de um ano antes, com margem EBITDA ajustada de 10,6%, ante 9,0% no 2T25. As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 883 mi, queda de 2,6% na comparação anual.
No resultado financeiro, o GPA apurou despesa líquida de R$ 385 mi já considerando os efeitos do IFRS 16, aumento de 26,4% em relação aos R$ 304 mi do 2T25. O caixa e equivalentes de caixa encerraram junho de 2026 em R$ 646 mi, contra R$ 1,769 bi um ano antes.
A dívida líquida, desconsiderando o impacto da Stix e incluindo recebíveis de cartão de crédito não antecipados, ficou em R$ 3,647 bi ao fim do 2T26, ante R$ 2,776 bi no 2T25, o que representa alavancagem de 3,9 vezes o EBITDA ajustado consolidado pré-IFRS 16 dos últimos 12 meses. Em base pró-forma, considerando os termos do plano de recuperação extrajudicial e a venda da FIC, a dívida líquida seria de R$ 1,182 bi e a alavancagem cairia para 1,3 vez.






