Na terça-feira, 4 de agosto de 2026, a Gerdau (GGBR4, GGBR3) divulgou que registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,466 bi no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 44,7% em relação ao 1T26 e de 69,7% frente ao 2T25. A receita líquida somou R$ 17,871 bi no 2T26, crescimento de 6,9% na comparação trimestral e de 2% em doze meses.
No período, o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 3,430 bi, 15,9% acima do 1T26 e 33,9% superior ao 2T25, com margem EBITDA ajustada de 19,2%. As vendas de aço totalizaram 2,908 mi de toneladas, avanço de 3,4% sobre o trimestre anterior e de 3% em relação ao mesmo período de 2025.
O lucro bruto no 2T26 foi de R$ 2,829 bi, com margem bruta de 15,8%, frente a R$ 2,294 bi e margem de 13,7% no 1T26. As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 517 mi, representando 2,9% da receita líquida, queda em termos relativos ante 3,1% no trimestre anterior e 3,2% no 2T25.
Em termos de estrutura de capital, a dívida bruta encerrou junho de 2026 em R$ 13,6 bi, enquanto a posição de caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras foi de R$ 5,4 bi. Com isso, a dívida líquida ficou em R$ 8,1 bi e o índice dívida líquida/EBITDA ajustado dos últimos 12 meses atingiu 0,69 vez, abaixo das 0,74 vez do 1T26 e das 0,85 vez do 2T25.
O fluxo de caixa livre foi positivo em R$ 237 mi no 2T26, ante R$ 16 mi no 1T26 e consumo de R$ 772 mi no 2T25. Os investimentos em CAPEX somaram R$ 1,008 bi no trimestre e R$ 2,232 bi no acumulado de seis meses de 2026, equivalente a 45% da projeção anual de R$ 4,7 bi. Com base nos resultados do 2T26, o conselho aprovou dividendos de R$ 0,23 por ação, totalizando R$ 451,3 mi, com pagamento em 11 de setembro de 2026 e ações ex-dividendos a partir de 20 de agosto de 2026.






