Na safra 2025/26, a Jalles Machado (JALL3) registrou lucro líquido de R$ 9,5 milhões, ante prejuízo de R$ 55,9 milhões na safra 2024/25. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 1,306,7 bilhão, com margem de 60,8%.
O EBIT ajustado, que inclui os efeitos de hedge liquidado de açúcar e câmbio, foi de R$ 296,2 milhões na safra 2025/26, com margem de 13,8%, frente a R$ 392,2 milhões e margem de 16,8% na safra anterior. O lucro caixa atingiu R$ 120,5 milhões, aumento de 445,2% em comparação com os R$ 22,1 milhões de 2024/25.
A companhia informou dívida líquida de R$ 1,720,6 bilhão ao fim da safra 2025/26, queda de 0,8% em relação aos R$ 1,734,9 bilhão de 2024/25, com prazo médio passando de 4,7 anos em março de 2025 para 5,2 anos em março de 2026. A alavancagem medida por dívida líquida sobre EBITDA ajustado ficou em 1,3 vez, ante 1,2 vez na safra anterior.
No campo operacional, o processamento de cana caiu 10,1%, de 7.868,5 mil toneladas em 2024/25 para 7.076,0 mil toneladas em 2025/26, enquanto a área colhida aumentou 3,4%, para 94,8 mil hectares. A produtividade média (TCH, toneladas por hectare) recuou 11,9%, de 84,5 para 74,5, e o ATR médio passou de 138,6 kg/t para 139,3 kg/t.
Para a safra 2026/27, a empresa projeta processamento de 7.800,0 mil toneladas de cana, alta de 10,2% sobre 2025/26, com produtividade estimada de 80,4 TCH e ATR médio de 137,1 kg/t. O mix de produção previsto para 2026/27 é de 41,0% açúcar e 59,0% etanol, com volume de 418,1 mil toneladas de açúcar e 372,0 mil metros cúbicos de etanol.







