Nesta sexta-feira, 31 de julho de 2026, a Braskem (BRKM3) informou que, até o momento, não há definição sobre as condições de uma potencial reestruturação de sua estrutura de capital ou sobre eventuais medidas adicionais, judiciais ou não, como recuperação judicial. A manifestação foi feita em resposta a ofício da B3 e da CVM a respeito de notícia publicada na imprensa sobre o risco de recuperação judicial da companhia.
A empresa relembrou que, conforme fato relevante de 26 de setembro de 2025, contratou assessores financeiros e jurídicos especializados para elaborar diagnóstico de alternativas econômico-financeiras para otimizar sua estrutura de capital. Já no fato relevante de 25 de junho de 2026, informou que vem trocando, com determinados titulares e gestores de investimentos de Notas Seniores e debêntures (títulos de dívida emitidos por empresas), informações e propostas indicativas e não vinculantes para uma possível reorganização dessa estrutura, denominada reestruturação.
A Braskem destacou ainda que, conforme fatos relevantes de 25 e 26 de junho de 2026, obteve na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo a suspensão, por 60 dias, de execuções e constrições movidas por credores convidados a participar de mediação perante a Câmara Wind de Mediação. Segundo a companhia, desde então, ela e seus assessores seguem interagindo com credores e receberam propostas apenas indicativas e não vinculantes de grupos de credores, que incluem eventual capitalização e oferta de ativos em garantia, ainda em análise.
No comunicado, a empresa reafirmou aos investidores que permanece comprometida em buscar, junto aos credores financeiros, uma solução consensual, estruturante e ordenada para a sua estrutura de capital, com o objetivo de garantir a continuidade de suas operações no curso normal dos negócios.







