A PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro líquido de R$ 638 mi no ano de 2025, crescimento de 46% em relação a 2024, mesmo com queda do Brent médio. No período, a receita líquida somou R$ 3,2 bi, recuo de 3% frente ao ano anterior, e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,4 bi, queda de 12%.

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No quarto trimestre de 2025, a companhia apurou lucro líquido de R$ 51 mi, redução de 58% em comparação ao 3T25. A receita líquida do trimestre foi de R$ 704 mi, baixa de 10% na mesma comparação, enquanto o EBITDA alcançou R$ 295 mi, retração de 16%.

Em 2025, a produção média foi de 26,5 mil barris de óleo equivalente por dia, alta de 1% sobre 2024, com 58% de óleo e 42% de gás natural. As reservas provadas mais prováveis (2P) certificadas em 31 de dezembro de 2025 totalizaram 182,2 milhões de barris de óleo equivalente, com valor presente líquido antes de impostos (PV10) de US$ 2,4 bi e taxa de reposição de reservas 2P próxima de 1,0 vez.

A dívida líquida da PetroReconcavo encerrou 2025 em R$ 1,6 bi, equivalente a 1,10 vez a relação dívida líquida/EBITDA dos últimos 12 meses. Em dezembro, a companhia concluiu sua 4ª emissão de debêntures no valor de R$ 750 mi, em duas séries, com duration de 7,25 anos e custo médio dolarizado de 4,9% ao ano, após operações de hedge.

No campo de remuneração ao acionista, a empresa pagou R$ 263,4 mi em Juros sobre Capital Próprio (JCP) em maio de 2025 e declarou, em dezembro, dividendos de R$ 300 mi, a serem pagos em três parcelas anuais de R$ 100 mi entre 2026 e 2028, o que corresponde a rendimento total aproximado de 15% nos últimos 12 meses, considerando as cotações de referência informadas.

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