Na segunda-feira, 16 de março de 2026, a Itaúsa (ITSA4) divulgou que registrou lucro líquido recorrente de R$ 16,473 bi no ano de 2025, alta de 11,5% em relação a 2024. O lucro líquido atribuído aos acionistas foi de R$ 16,487 bi, avanço de 11,6% na comparação anual.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) médio foi de 18,4% em 2025, tanto na métrica contábil quanto recorrente, frente a 17,4% em 2024. O resultado recorrente das empresas investidas somou R$ 17,594 bi, crescimento de 11,9%, com aumento de 10,2% no setor financeiro, puxado pelo Itaú Unibanco, e de 42,3% no setor não financeiro.
No consolidado de 2025, a Itaúsa distribuiu R$ 11,858 bi líquidos em proventos referentes ao exercício, alta de 24% sobre 2024 e equivalente a payout de 76%. Considerando os últimos 12 meses até 31 de dezembro de 2025, os proventos brutos por ação somaram R$ 1,7146, o que corresponde a dividend yield (rendimento de dividendos) de 14,7% com base na cotação da ação preferencial ao fim do ano.
A holding reportou dívida líquida de R$ 1,367 bi em 31 de dezembro de 2025, aumento de 30% ante 2024, após pré-pagamento de R$ 1,5 bi e refinanciamento de R$ 1 bi em dívidas ao longo do ano. As operações de liability management reduziram o custo médio da dívida de CDI+1,54% ao ano para CDI+1,11% ao ano, alongando o prazo médio para 7,1 anos e eliminando amortizações de principal até 2029.
No mercado de capitais, o valor de mercado da Itaúsa atingiu R$ 159,986 bi em fevereiro de 2026, alta de 68% em relação a fevereiro de 2025, enquanto o valor de mercado do portfólio (NAV) chegou a R$ 209,899 bi, avanço de 66%. O desconto de holding ficou em 23,8%, e o retorno total ao acionista da ação ITSA4 em 2025 foi de 59,4%, frente a 34,0% do Ibovespa no mesmo período.







