Na segunda-feira, 16 de março de 2026, a Cury Construtora e Incorporadora (CURY3) informou que seu Conselho de Administração aprovou uma proposta de reorganização da estrutura de administração da companhia em 2026. O plano prevê que Fabio Elias Cury deixe a função de diretor-presidente para assumir o cargo de presidente do Conselho de Administração, sujeito à aprovação em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) marcada, em primeira convocação, para 17 de abril de 2026.

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Segundo o comunicado, a transição é apresentada como parte da evolução da governança da Cury, com Fabio Cury concentrando sua atuação em diretrizes estratégicas de longo prazo, acompanhamento do crescimento sustentável e preservação da cultura organizacional. A companhia afirma que sua permanência na liderança do conselho garante continuidade de visão, alinhamento com os valores institucionais e consistência na execução do plano de crescimento.

Em substituição à atual estrutura de presidência executiva, será proposta a criação de dois cargos de diretores copresidentes, com atribuições complementares e sujeitas à deliberação do Conselho de Administração. O cargo de diretor copresidente executivo será exercido por Leonardo Mesquita da Cruz, responsável pelas áreas corporativas e de negócios, incluindo frentes comercial, financeira, operacional e administrativa, com 16 anos de trajetória na Cury e atuação em cargos de direção desde 2015.

O outro cargo será o de diretor copresidente de engenharia, a ser ocupado por Paulo Sérgio Beyruti Curi, que tem mais de 30 anos de atuação no grupo Cury e lidera as áreas de engenharia, respondendo pelo planejamento, execução e entrega de centenas de empreendimentos. Conforme o fato relevante, essas nomeações buscam garantir continuidade estratégica, estabilidade na execução, disciplina de capital e eficiência operacional das obras.

A empresa informa que a proposta integra um planejamento sucessório estruturado e de longo prazo, alinhado a práticas de governança corporativa, com o objetivo de assegurar continuidade estratégica, estabilidade operacional e perenidade dos negócios. As alterações dependem das deliberações da AGOE, incluindo a eleição do novo Conselho de Administração e a aprovação das mudanças na estrutura da Diretoria, e a Cury afirma que manterá acionistas e o mercado informados sobre novos desdobramentos.

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