A Brava Energia (BRAV3) informou que registrou produção total preliminar de 79.465 boe/d (barris de óleo equivalente por dia) em fevereiro de 2026, acima dos 74.114 boe/d de janeiro do mesmo ano. Do total, 26.973 boe/d vieram de campos onshore e 52.492 boe/d de ativos offshore.
A produção de óleo atingiu 63.907 bbl/d (barris por dia) em fevereiro de 2026, frente a 60.729 bbl/d em janeiro. Entre os campos, Atlanta (80%) produziu 25.444 bbl/d, Parque das Conchas (23%) alcançou 6.334 bbl/d, Papa-Terra (62,5%) registrou 11.212 bbl/d, enquanto Potiguar somou 17.683 bbl/d e Recôncavo 2.995 bbl/d. Os campos de Peroá (100%), Manati (45%) e Pescada (35%) geraram em conjunto 230 bbl/d.
No gás natural, a produção foi de 15.558 boe/d em fevereiro de 2026, acima dos 13.385 boe/d de janeiro. Potiguar respondeu por 400 boe/d, Recôncavo por 5.895 boe/d, Papa-Terra (62,5%) por 486 boe/d, Atlanta por 1.189 boe/d e Parque das Conchas (23%) por 490 boe/d, enquanto Peroá (100%), Manati (45%) e Pescada (35%) totalizaram 7.098 boe/d.
No campo de Recôncavo, a companhia informou que cerca de 29% do gás produzido em fevereiro de 2026 foi reinjetado. Já em Potiguar, a queda de produtividade observada nos últimos meses decorre da interdição de instalações após auditoria concluída pela ANP em outubro de 2025, e a Brava Energia vem retomando gradualmente a operação dessas instalações, esperando alcançar níveis normalizados de produção com a conclusão do processo de liberação.
A Brava Energia é operadora dos ativos Potiguar, Recôncavo, Papa-Terra, Atlanta e Peroá, e possui participações não operadas de 35% em Pescada, 45% em Manati e 23% em Parque das Conchas, operados por outras companhias. O detalhamento da produção por ativo é atualizado mensalmente no guia de valuation da empresa, disponível em seu site de Relações com Investidores.







