Na segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, a Guararapes Confecções (RIAA3) informou que está avaliando a realização de uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias, com valor inicialmente estimado em R$ 400.000.000, a ser realizada no Brasil em 2026, destinada exclusivamente a investidores profissionais e com esforços de colocação no exterior.
Para a possível oferta, a companhia contratou Itaú BBA Assessoria Financeira, BTG Pactual Investment Banking, Banco Bradesco BBI e UBS BB Corretora, além de seus agentes de colocação internacional, para serviços de assessoria financeira e definição da viabilidade, termos e condições da operação. Em fevereiro, a Guararapes havia informado que avaliava alternativas de captação, incluindo uma potencial oferta pública de ações, sem a contratação de assessores financeiros.
Caso a potencial oferta seja implementada, a Guararapes informou que concederá direito de prioridade aos atuais acionistas para subscrição das novas ações, em procedimento que será detalhado em nova comunicação ao mercado. Os recursos previstos serão destinados à expansão e fortalecimento operacional, incluindo abertura e reforma de lojas, investimentos em centros de distribuição e indústria, expansão das operações da Midway Financeira e reforço do capital de giro.
A companhia também comunicou que seu conselho de administração aprovou a convocação de Assembleia Geral Extraordinária para 17 de março de 2026, às 10h, a fim de deliberar, entre outros temas, proposta de alteração do parágrafo primeiro do artigo 5º do estatuto social, para aumento do limite do capital autorizado, visando dar maior agilidade a futuros aumentos de capital, inclusive no âmbito da eventual oferta, e ao exercício de opções do plano de opção de compra de ações vigente.
Segundo a Guararapes, até esta data nenhuma decisão definitiva foi tomada sobre a realização da potencial oferta, que permanece condicionada às condições dos mercados financeiro e de capitais no Brasil e no exterior, às aprovações societárias e, se aplicável, de terceiros, além de fatores políticos, macroeconômicos e do interesse de investidores.







