A Equatorial Energia (EQTL3) registrou alta de 5,7% na energia injetada bruta consolidada no 4T25, impulsionada por maior consumo das classes rural, residencial e industrial e por precipitação abaixo da média histórica em seis das sete concessões. O Mercado Fio B avançou 4,0% no período, com destaques para Goiás (+6,7%), Piauí (+6,1%), Maranhão (+4,8%) e Pará (+4,2%). Os dados consideram ajustes do Balanço Energético conforme a RN Aneel 1.114/2025.
No trimestre, a mini e microgeração injetada representou 9,4% (PA), 8,8% (AP), 9,6% (MA), 16,1% (PI), 15,8% (AL), 16,6% (GO) e 7,8% (RS) do total da energia injetada bruta.
As perdas consolidadas ficaram em 18,1% nos últimos 12 meses, queda de 0,2 p.p. frente ao 4T24 e 2,0 p.p. abaixo do nível regulatório, já considerando a metodologia da Aneel (CP 09/2024) baseada no mercado medido. Houve reduções na CEA (-2,3 p.p.), Equatorial Alagoas (-1,2 p.p.) e Equatorial Piauí (-0,8 p.p.), enquanto a CEEE-D registrou alta de 1,1 p.p. por sazonalidade no período de férias. Quatro distribuidoras operam abaixo do limite: Piauí, Alagoas, Goiás e Amapá.
Na geração renovável, a produção consolidada recuou 11,2% no 4T25, impactada pelo aumento de 99,3% dos cortes (constrained-off). Sem esse efeito, a geração subiria 4,7%, com melhora do recurso eólico. No portfólio, a geração eólica caiu 9,9% (ex constrained-off: +8,2%) e a solar recuou 17,6% (ex constrained-off: -8,6%).
No saneamento, o trimestre encerrou com aproximadamente 96,4 mil economias de água faturadas, das quais 19,0 mil também cobertas por esgoto. O volume faturado de água caiu 1,7% para 5.391 mil m³, enquanto o índice de cobertura de água subiu para 71,6% (+8,1 p.p. vs 4T24). No esgoto, o volume faturado avançou 5,4% para 1.069 mil m³ e a cobertura atingiu 15,6% (+0,9 p.p.).







