A Raízen (RAIZ4) divulgou nesta terça-feira (23) sua prévia operacional referente ao quarto trimestre da safra 2023/24. A empresa encerrou o período com uma moagem recorde de 84,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Apesar da redução sazonal do ATR (Açúcar Total Recuperável), reflexo do mix de cana de fim de safra, a Raízen registrou uma produção de açúcar equivalente entre 130 mil e 150 mil toneladas no 4T23/24, com um mix de produção de 28% de açúcar e 72% de etanol.

As vendas de açúcar próprio somaram 1,936 milhão de toneladas, enquanto as vendas de comercialização atingiram 981 mil toneladas. O preço médio do açúcar da Raízen ficou entre R$ 2.350 e R$ 2.450 por tonelada, refletindo a realização dos preços fixados anteriormente em um ciclo mais favorável.

No segmento de renováveis, as vendas de etanol próprio totalizaram 876 mil metros cúbicos e as vendas de comercialização chegaram a 799 mil metros cúbicos. O preço médio do etanol ficou entre R$ 2.350 e R$ 2.500 por metro cúbico. A produção de etanol de segunda geração (E2G) atingiu 10,8 mil metros cúbicos.

As vendas de energia elétrica própria e de outras fontes renováveis somaram 7,645 milhões de megawatts-hora, enquanto as vendas de comercialização e trading chegaram a 7,513 milhões de megawatts-hora. O preço médio da energia elétrica própria ficou entre R$ 180 e R$ 200 por megawatt-hora.

No segmento de mobilidade, o volume comercializado no Brasil ficou entre 6,550 milhões e 6,700 milhões de metros cúbicos, enquanto na América Latina (Argentina e Paraguai) o volume comercializado ficou entre 1,800 milhão e 1,900 milhão de metros cúbicos. A Raízen afirmou que o patamar de rentabilidade se manteve similar aos trimestres anteriores.

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