A Dexxos Participações divulgou apresentação institucional que consolida a trajetória de expansão e desalavancagem: faturamento de R$ 2,7 bilhões e Ebitda Ajustado de R$ 261 milhões nos últimos 12 meses até o 3T25, com alavancagem de -0,0x (Caixa Líquido/Ebitda Aj.). A série histórica destaca a receita líquida saltando de R$ 438 milhões (2016) para R$ 2,207 bilhões (LTM 3T25; CAGR de 19,7%), com Ebitda Ajustado de R$ 45 milhões para R$ 261 milhões e alavancagem de 9,3x para caixa líquido. Este material consolida a virada financeira construída em ciclos recentes e reforça a disciplina de capital e o retorno ao acionista, em linha com os resultados do 3T25, que mostraram geração operacional positiva, desalavancagem e distribuição de proventos.

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Na operação, o Segmento Químico somou R$ 1,9 bilhão de faturamento e R$ 203,3 milhões de Ebitda Ajustado no LTM 3T25, apoiado por uma base industrial de 640 kt/ano em resinas, 448 kt/ano em formol e 5 kt/ano em hexamina, além de 16 reatores e sete plantas em Araucária (PR), Uberaba (MG) e Camaçari (BA). O início das operações da nova planta de resinas especiais no 2S24 adiciona mix de maior valor e prepara o terreno para margens mais resilientes em ciclos. Já no Aço, a Apolo alcançou R$ 799,6 milhões de faturamento e R$ 65,8 milhões de Ebitda Ajustado, com 200 kt/ano de capacidade, certificações ISO e diferencial tecnológico como único fabricante nacional de tubing OCTG por HFIW; a evolução da competitividade se apoia no cronograma de funding, reforçado pela liberação da segunda tranche do financiamento da FINEP para a Apolo em 12/11, que alonga passivos e sustenta investimentos como a aplicação de revestimento anticorrosivo iniciada em 2025.

Em governança, a listagem no Nível 1 e a presença no IGC, somadas ao tag along de 100%, ao programa de recompra e à proposta de R$ 57 milhões em dividendos relativos a 2024 (payout de 45%), delineiam um eixo claro de retorno e disciplina. Esse pilar ganha robustez com a recente auditoria forense na GPC Química, que confirmou a ausência de irregularidades na comercialização de metanol, permitindo que a atenção do mercado volte à execução: capturar escala e valor no químico com a nova planta e proteger margens no aço com tecnologia, certificações e funding de longo prazo. No ESG, o histórico de mais de 7.900 árvores plantadas, ~925 toneladas de GEE compensadas desde 2009 e ~847 mil litros de água de reuso consumidos adiciona perenidade à tese, conectando eficiência operacional e licença social para operar.

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