O Grupo Energisa (ENGI11) registrou consumo consolidado de energia elétrica de 3.954 GWh em setembro de 2026, somando mercados cativo e livre, crescimento de 8,3% em relação ao mesmo mês de 2025. O desempenho foi impulsionado principalmente pelas classes residencial e comercial, em um cenário de expansão vegetativa do mercado, renda e emprego em patamar favorável e temperaturas mais elevadas em parte das concessões, sobretudo na região Nordeste, o que aumentou a necessidade de refrigeração. Todas as distribuidoras do grupo cresceram no mês, com destaque para EPB (+12,9%), ESE (+12,3%), EMT (+11,5%) e ERO (+9,2%).

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No terceiro trimestre de 2026, o consumo consolidado de energia elétrica atingiu 11.420 GWh, alta de 8,6% sobre o 3T25, novamente com as classes residencial e comercial como principais vetores. As temperaturas mais elevadas e a maior necessidade de refrigeração foram observadas em todas as áreas de concessão do Grupo Energisa, reforçando a evolução do consumo. EMT (+12,2%) e EPB (+9,3%) se destacaram em crescimento trimestral.

No acumulado de 2026 até setembro, o consumo de energia elétrica nos mercados cativo e livre somou 33.437 GWh, avanço de 5,5% frente ao mesmo período de 2025. As classes residencial e comercial seguiram como principais impulsionadoras, apoiadas por crescimento vegetativo, incorporação de novas cargas, expansão do mercado de trabalho e da renda e condições climáticas favoráveis, com maiores índices de Cooling Degree Days (CDD) nas concessões das regiões Norte e Centro-Oeste. EMT (+8,4%), ERO (+5,9%), EPB (+5,4%) e EMS (+4,1%) foram os destaques em crescimento no acumulado.

O fornecimento não faturado recuou 42,5% em setembro, refletindo sobretudo a redução dos dias não faturados, que neutralizou o efeito do maior consumo faturado. No trimestre e no acumulado de 2026, esse fornecimento acompanhou o crescimento do consumo faturado, com pouca influência da variação dos dias não faturados.

O Grupo Energisa encerrou o 3T26 com perdas elétricas totais de 12,12% em base de 12 meses, abaixo do limite regulatório de 13,09% pelo sexto trimestre consecutivo e 0,15 ponto percentual inferiores ao 2T26. Oito das nove distribuidoras ficaram abaixo de seus limites regulatórios, destaque para a ERO, que alcançou essa condição pela primeira vez, resultado de ações estruturantes de combate às perdas e gestão integrada entre as distribuidoras.

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