Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), publicada nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026, a TIM (TIMS3) registrou lucro líquido normalizado de R$ 1,036 bi, alta de 6,2% em relação ao 2T25. A receita líquida somou R$ 6,965 bi no trimestre, enquanto a receita de serviços alcançou R$ 6,785 bi, crescimento de 5,7% na comparação anual.
No período, o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado atingiu R$ 3,586 bi, avanço de 7% sobre o 2T25, com margem de 51,5%. O EBITDA-AL (EBITDA após efeitos de arrendamentos) normalizado foi de R$ 2,802 bi, aumento de 7,8% ano a ano, com margem de 40,2%. O fluxo de caixa operacional, medido pelo EBITDA-AL normalizado menos Capex, ficou em R$ 1,868 bi, alta de 8,7% em 12 meses.
A receita de serviços móveis totalizou R$ 6,369 bi, crescimento de 4,6% na base anual, com ARPU móvel (receita média por usuário) de R$ 34,3, alta de 5%. No segmento fixo, a receita de serviços somou R$ 416 mi, avanço de 27% sobre o 2T25, puxada pela TIM Ultrafibra, cuja receita foi de R$ 247 mi e ARPU FTTH de R$ 92,8. A base de clientes TIM Ultrafibra chegou a 899 mil, 12,5% acima de um ano antes.
Os custos e despesas operacionais normalizados totalizaram R$ 3,380 bi, aumento de 4% em relação ao 2T25, equivalentes a 48,5% da receita líquida. O Capex (investimentos em rede, TI e outros) somou R$ 935 mi, 6% acima do registrado um ano antes e correspondente a 13,4% da receita líquida. A dívida líquida total, incluindo leases, fechou junho em R$ 12,518 bi, o que representa 0,89 vez o EBITDA normalizado dos últimos 12 meses, enquanto a dívida líquida após leases foi negativa em R$ 1,096 bi.
No primeiro semestre de 2026 (6M26), a receita líquida acumulada da TIM foi de R$ 13,772 bi, alta de 6% sobre o mesmo período de 2025, com lucro líquido normalizado de R$ 1,857 bi, aumento de 4%. A companhia também informou meta de distribuir entre R$ 5,3 bi e R$ 5,5 bi em 2026 em remuneração aos acionistas, por meio de dividendos, recompras e JCP (Juros sobre Capital Próprio), e já aprovou JCP de R$ 400 mi em 17 de junho de 2026.





