A TIM (TIMS3) divulgou nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026, que registrou no primeiro semestre de 2026 crescimento de 7,8% no EBITDA-AL (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização após aluguel) normalizado em relação ao mesmo período de 2025, com margem de 38,7%, aumento de 0,6 ponto percentual. No mesmo intervalo, a receita de serviços avançou 6,1% na comparação anual, com desempenho positivo tanto na operação móvel quanto na fixa.

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado cresceu 6,8% no primeiro semestre de 2026, com margem de 49,9%, expansão de 0,4 ponto percentual na base anual. No segundo trimestre de 2026, a margem EBITDA atingiu 51,5%, 0,7 ponto percentual acima do segundo trimestre de 2025, enquanto a margem EBITDA-AL ficou em 40,2%, alta de 0,8 ponto percentual. A companhia informou que os valores de EBITDA e EBITDA-AL foram ajustados por efeitos não recorrentes descritos na apresentação.

O lucro líquido normalizado da TIM aumentou 4,0% no primeiro semestre de 2026 em comparação com igual período de 2025, com lucro por ação de R$ 0,78. No segundo trimestre de 2026, o lucro por ação foi de R$ 0,43, frente a R$ 0,40 no segundo trimestre de 2025. A empresa destacou impactos de aquisições recentes (I-Systems e V8) em depreciação e amortização, no valor de R$ 65 milhões, e no resultado financeiro líquido, de R$ 14 milhões.

O fluxo de caixa operacional, calculado como EBITDA-AL normalizado menos Capex, somou R$ 3,037 bi no primeiro semestre de 2026, alta de 11,7% sobre os R$ 2,719 bi do mesmo período de 2025, com margem de 22,1%, avanço de 1,1 ponto percentual. No segundo trimestre de 2026, o fluxo de caixa operacional cresceu 8,7% em relação a um ano antes e a margem alcançou 26,8%. A companhia informou ainda que os custos com leases (aluguéis) cresceram 3,5% no semestre, abaixo da variação do IPCA dos últimos 12 meses, e que o Opex retomou expansão moderada de 4,0% no segundo trimestre de 2026.

A TIM encerrou o período com R$ 4,5 bi em caixa, após concluir em maio de 2026 o pagamento integral da aquisição da I-Systems. A dívida bruta totalizou R$ 17,0 bi, alta de 1,7% em 12 meses, enquanto a dívida considerada após aluguel foi de R$ 3,4 bi, queda de 6,7%. O índice de alavancagem ficou em 0,89 vez na relação dívida líquida sobre EBITDA normalizado e em -0,10 vez na relação dívida líquida após aluguel sobre EBITDA-AL. A companhia também informou a existência de R$ 4,8 bi em valores de TFF Fistel suspensos desde 2020.

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