A Vale (VALE3) informou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, que no curso regular de suas atividades avaliou oportunidade de investimento na Bahia Mineração S.A. (Bamin), mas não aprovou qualquer aporte na empresa. A mineradora ressaltou que decisões de alocação de capital seguem processo técnico, econômico e financeiro, em linha com suas políticas de governança.
Sobre a otimização dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), a Vale reiterou que as negociações continuam com o Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Infra S.A. A companhia afirmou que está adimplente com todas as obrigações e que a conclusão da otimização, quando aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), deve trazer mais previsibilidade, segurança jurídica e clareza às obrigações e investimentos ligados às duas concessões.
A empresa também detalhou seu programa de parcerias com mineradoras de menor porte, chamadas de "mini-minas", adotado há alguns anos no Brasil. Essas parcerias têm como objetivo a aquisição de produtos para venda final ou para concentração e blendagem na formação do mix de produtos, ampliando a flexibilidade do portfólio, a eficiência de custos e o uso da capacidade logística da Vale.
De acordo com o comunicado, as decisões relacionadas às mini-minas são tomadas por comitê multidisciplinar, com base técnica e em conformidade com o Código de Conduta e demais políticas internas. A Vale reafirmou o compromisso de manter o mercado informado, em tempo hábil, sobre qualquer fato relevante envolvendo seus negócios.





