A Porto Seguro (PSSA3) informou em 17 de março de 2026 que respondeu a ofício da CVM sobre a forma de divulgação, em 13 de março de 2026, de informações veiculadas em matéria do portal Brazil Journal a respeito de proposta para injetar R$ 1 bi na Oncoclínicas. A companhia esclareceu os motivos de ter divulgado um Comunicado ao Mercado, e não um Fato Relevante, para tratar do tema.

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Segundo a Porto Seguro, após o encerramento do pregão de 13 de março de 2026, houve vazamento das informações abordadas na matéria. Para responder prontamente ao mercado e aos acionistas, a empresa optou por se manifestar por meio de Comunicado ao Mercado, por entender que os dados divulgados decorrem de instrumento de caráter não vinculante e de natureza preliminar.

A companhia afirmou ainda que considerar a informação disponível em 13 de março de 2026 como Fato Relevante poderia representar sinalização imprecisa a acionistas e ao mercado. De acordo com a Porto Seguro, a assinatura de documento de intenções não vinculante não teria a materialidade necessária para influenciar a decisão de negociação dos valores mobiliários de sua emissão.

A Porto Seguro reiterou o compromisso de manter acionistas e o mercado em geral informados e indicou que, se aplicável, voltará a comunicar novas informações conforme a legislação e a regulação vigentes.

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