Na prévia operacional do terceiro trimestre de 2026 (3T26), divulgada nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a Plano&Plano (PLPL3) informou que registrou R$ 1.035,6 milhões em vendas brutas 100%, valor 6,0% superior ao do 2T26 e 6,8% abaixo do 3T25. No mesmo período, as vendas líquidas 100% somaram R$ 775,3 milhões, queda de 15,4% frente ao trimestre anterior e de 24,0% em relação ao 3T25, enquanto no conceito %Plano&Plano as vendas líquidas alcançaram R$ 722,4 milhões, recuo de 12,8% na comparação trimestral.
No 3T26, os distratos totalizaram R$ 260,4 milhões, o equivalente a 1.012 unidades, correspondendo a 25,1% das vendas brutas, ante 8,2% no 3T25. Segundo a companhia, o aumento em relação ao ano anterior está associado ao crescimento das vendas para clientes com renda informal, cujos repasses seguem o calendário de entregas do Imposto de Renda e concentram distratos sazonalmente no terceiro trimestre.
Os lançamentos da Plano&Plano no 3T26 somaram cinco empreendimentos, com 3.819 unidades e Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1.069,9 milhões, alta de 29,5% em relação ao 2T26. No conceito %Plano&Plano, o VGV foi de R$ 1.012,6 milhões, avanço de 29,6% sobre os R$ 781,4 milhões do trimestre anterior. O preço médio das unidades lançadas no período foi de R$ 280,2 mil, 6,4% acima do 2T26 e 10,3% superior ao 3T25.
Ao fim do 3T26, o estoque disponível para venda somava VGV de R$ 4.176 milhões, crescimento de 9,1% frente ao 2T26, com 12.426 unidades, alta de 8,1% na mesma comparação. As unidades prontas representavam 3,4% do estoque total, sendo 422 unidades, das quais 26 estavam nas Faixas 2 e 3 do programa Minha Casa Minha Vida.
A companhia encerrou o 3T26 com consumo de caixa operacional de R$ 116,1 milhões. Excluindo os efeitos das operações de cessão de recebíveis, o consumo de caixa foi de R$ 152,7 milhões, influenciado por valores não recebidos da Caixa Econômica Federal e do programa Pode Entrar, estimados em cerca de R$ 55 milhões. Segundo a Plano&Plano, desconsiderando esses impactos extraordinários e as operações de cessão de recebíveis, o consumo de caixa operacional do trimestre teria sido de R$ 97,7 milhões.






